Gillian B. Loeb é um personagem do universo do Batman, mais conhecido por seu papel como comissário corrupto do Departamento de Polícia de Gotham.
Ele ganhou grande destaque na história Batman: Year One, escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzucchelli. Nessa narrativa, Loeb é retratado como o símbolo da corrupção institucional que domina Gotham antes da consolidação do Batman e da ascensão de James Gordon.
Loeb é apresentado como um policial veterano que chegou ao topo da hierarquia não por mérito moral, mas por alianças com o crime organizado. Ele mantém relações com chefes da máfia e protege interesses ilícitos dentro da cidade.
Diferente de vilões extravagantes como o Coringa, Loeb representa um tipo de mal mais realista: o poder corrompido dentro do próprio sistema que deveria proteger a população.
Em Year One, Loeb entra em choque direto com James Gordon, que chega a Gotham determinado a agir com integridade. Loeb tenta intimidá-lo, pressioná-lo e até prejudicá-lo profissionalmente para mantê-lo sob controle.
Esse embate simboliza o conflito central da história: um sistema podre sendo confrontado por indivíduos que ainda acreditam na justiça.
A presença de Loeb reforça a ideia de que Gotham precisava de algo além da lei tradicional. A corrupção no topo da polícia ajuda a justificar, narrativamente, o surgimento de um vigilante como o Batman.
Se o crime domina as ruas e a polícia está comprometida, a figura do Cavaleiro das Trevas surge como resposta ao colapso institucional.
Loeb também apareceu na série Gotham, onde sua personalidade corrupta e autoritária foi explorada com mais profundidade.
Gillian B. Loeb não é um vilão teatral — ele é o retrato da decadência estrutural. Ele representa a falha da autoridade e o perigo de quando o poder deixa de servir ao público.
Em uma cidade cheia de máscaras, Loeb mostra que nem todos os monstros usam maquiagem ou fantasia. Alguns usam distintivo.