O Dr. Eliot Franklin foi um físico brilhante, frequentemente chamado de "o Bruce Banner negro" por seu intelecto genial e seu conhecimento especializado em radiação gama. Sua maior conquista científica foi inventar uma bomba de raios gama em miniatura — algo que nem mesmo o próprio Hulk conseguira fazer na época. Para financiar suas pesquisas, Franklin recorria a roubos, o que acabou levando à sua prisão. Na cadeia, tornou-se companheiro de cela de Dirk Garthwaite, o Destruidor.
Durante uma tempestade, Garthwaite liderou uma fuga com Franklin e outros dois detentos, Henry Camp e Brian Calusky. Ao recuperar seu pé de cabra encantado, os quatro homens o seguraram juntos enquanto um raio atingia o objeto, não apenas reativando o encantamento original, mas também concedendo poderes sobre-humanos aos três companheiros. Franklin adotou o codinome Maça e transformou uma bola de demolição comum em uma arma quase indestrutível, energizada pelo pé de cabra do Destruidor. Juntos, formaram a Equipe de Demolição.
A relação entre Maça e o Destruidor sempre foi tensa. Franklin, por sua inteligência superior, ressentia-se de que seu poder dependesse totalmente do Destruidor e de seu pé de cabra. Tentou usurpar o controle várias vezes, mas foi sempre frustrado — em uma ocasião, teve a mão esmagada pelo Destruidor. Apesar disso, o Destruidor sempre o aceitava de volta, considerando toda a equipe como família.
Como membro da Equipe de Demolição, Maça enfrentou alguns dos maiores heróis da Marvel: Thor, Homem de Ferro, Vingadores e Hulk. Em um momento notável, a equipe quase espancou Hércules e a Mulher-Hulk até a morte. Conquistaram brevemente o planeta Polemachus, derrubando Arkon e Thundra, após terem seus poderes asgardianos substituídos por uma fonte alternativa — que incluía a energia da própria Monica Rambeau.
Ao longo dos anos, a Equipe participou de organizações como os Mestres do Mal e o exército criminoso do Capuz, sendo repetidamente derrotada por heróis como os Novos Vingadores e os Fugitivos. Durante o Cerco a Asgard, Maça se rebelou contra seus companheiros ao considerá-los blasfemadores por saquear o reino dos deuses, sendo nocauteado por eles antes da derrota final.
Buscando uma mudança, Maça deixou a Equipe de Demolição e juntou-se à nova Illuminati organizada pelo Capuz, que prometia poder e uma vida de reis. Em uma missão no Clube Fenris, o grupo enfrentou uma recompensa por suas cabeças após um assassinato cometido por um aliado. Franklin passou um dia com sua namorada Sally, que desconhecia sua vida criminosa, e decidiu continuar no grupo em busca de respeito e reconhecimento.
Após uma missão fracassada em Asgardia — sabotada pelo Pensador Louco — e uma fuga por pouco da fúria dos asgardianos, Maça repensou seus objetivos. Percebendo que sua ideia de uma "vida melhor" divergia da dos outros vilões, decidiu deixar a Illuminati e retornar para Sally, prometendo procurar um novo emprego e abandonar a vida criminosa.
Maça é um personagem marcado pela dualidade entre seu intelecto brilhante e sua condição de vilão dependente. Sua insatisfação com a liderança do Destruidor reflete uma constante luta por autonomia e reconhecimento. Apesar de suas tentativas de usurpar o poder e de seus momentos de rebeldia, ele sempre retornou à Equipe de Demolição, movido por um senso de lealdade familiar. Sua saída para a Illuminati e subsequente retorno à vida civil com Sally representam uma tentativa genuína de romper com esse ciclo, ainda que sua trajetória como vilão permaneça marcada por sua genialidade desperdiçada e sua busca por respeito.